terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E que seja infinito. Farei infinito. Pouco tempo se fez ano de convivência. É difícil acordar de manhã e não desejar um forte abraço teu, em não silenciar suas palavras, em não te querer um pouco mais perto. Me contendo com tuas palavras vazias, com os dias presente e com a lembrança do forte abraço que foi dado a algum tempo atrás. Queria não te desejar, mas a gente não escolhe com quem sonhar quando bota a cabeça no travesseiro. Queria não precisar do seu sorriso, para sorrir, da sua alegria para manter-me alegre. Queria acordar todas as manhãs me amando mais que a ti. E amaria adormecer pensando em mim. Mas parece tão difícil. Chega a me machucar as vezes, sabe. Confesso que a vontade de chorar invade meu peito, as lágrimas vem me visistar e lavar meu coração. Eu fecho os olhos e choro, choro como se fosse tirar esse desespero de dentro de mim. Mas é em vão. As lágrimas levam alguns sentimentos vagos, mas você, não sai. É uma cicatriz de algo que nunca tive, não se apaga.. Talvez se amenizar... Talvez. É uma dor, mas confesso que amo essa dor. É a dor de amar você, eu aceitei ela, fiz meu corpo sua morada. Por ti. Talvez por não ser forte o bastante para arrancá-la e dizer adeus. Mas não é fácil. Eu te vejo e começo a sorrir, sorriso bobo. Sorriso de te quero, de te amo, de me abraça.. To te esperando!

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